quarta-feira, 22 de julho de 2009

Por cá

O bom amigo à terra retorna! =)
De repente tudo parece estar no seu lugar.
Desejo uma semana cheia de sol, na praia e no teu coração.

terça-feira, 21 de abril de 2009

quinta-feira, 5 de março de 2009

Usar Alguém

Como será possível estes rapazes terem começado a tocar na banda da igreja?!...




Mensagem que faz pensar, música que entra e se entranha.

terça-feira, 3 de março de 2009

Mea culpa


Beber um café mal acordo, guardar os pacotes de açucar, comer pastéis de nata com uma colher, andar sempre a contarolar uma música, sorrir quando estou nervosa, roer as unhas quando não tenho mais nada para fazer, chegar cedo às aulas, nunca faltar à aulas, nunca chegar à reserva do carro, conduzir depressa demais. Praia, refugio de sempre. Quando uma orelha está quente estão a falar de mim, ler o horóscopo. Olhar para as mãos das pessoas e achar que a partir daí posso saber como é essa pessoa.


Manias ou rituais que se repetem sem razão. Existem-me porque sim. Afinal, é um insulto à nossa identidade defini-la apenas por meras impressões digitais.




segunda-feira, 2 de março de 2009

Presenças (i)






Ninguém consegue escrever o poema
captar a batida o ritmo a música inicial
cantar de dentro do epicentro
da palavra só lava
não mais que rio ardente
um fluxo de sangue
um batimento. Ou
vento. Apenas vento
no grande deserto da linguagem.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Tão banais como a minha Vida

Primeira - Vou eu muito bem descansada aos Correios para enviar uns postais para queridos que estão mais longe e nisto tiro meu ticket e ponho-me à espera. À espera, tipo 5 minutos... Olho para o ecrã e qual não é o meu espanto quando vejo aqueles números encarnados, grandes e bonitos a dizerem-me que tenho 100 pessoas à minha frente. "Não pode ser. Tou a ver mal." Confirmo mais uma vez, era verdade. Olho à minha volta... Onde é que estão as 100 pessoas? Não estão. Guardei o meu ticket e fui experimentar vestidos para a Benetton. É uma boa solução. Passados 50 minutos ainda tinha umas 12 pessoas a minha frente. Aguardei... E ao fim de 1hora e tal e uns quantos vestidos e camisolas consegui mandar umas palavras àqueles que não estão cá. E tudo isto porque não quis mandar uns simples mails... Deprimo.
Segunda - Ontem (Domingo) um docente que eu muito estimo ligou-me às 13h. Comecei mal ao dizer "Bom dia!", peço desculpa mas ainda não tinha tido oportunidade de acordar verdadeiramente para a vida. O que realmente importa é que o motivo do telefonema era tão somente para me pedir que eu lhe ligasse no dia seguinte (hoje) ao final do dia. Já liguei, ainda não está nada definido, amanhã vou ter de ligar de novo, pela mesma hora (final do dia... O que é subjectivo).
Terceira - Hoje tive um paciente que anda com uma depressão. Pronto, uma pessoa não é uma máquina que a pessoa chega ali, abre a boca, eu trato o que tiver a tratar e está despachado. Não. Eu gosto de falar com as pessoas... Preciso da história clínica e gosto de conhecer um pouco de cada um. Ok, o sr. tem dois filhos na Suiça... "Então costuma ir lá de vez em quando?", "Ah, não só às vezes porque está lá a minha ex-mulher, e tenho cá a minha companheira e elas..." Silêncio. Depois disto percebi porque é que o homem anda em depressão. As mulheres...
Quarta - Também hoje, tive uma paciente que é prima do Rodrigo Santoro! Com isto me despeço ;)

O meu compasso

Atropelados
Com soluços
Incautos
Rápidos
Sonhados

Assim são os (meus?) tempos, por ordem alfabética.

Cada música tem o seu compasso, o seu tempo. Se nós temos os nossos tempos, qual é a música que define cada momento? Ou qual é a música que define cada um de nós?

Talvez não possa existir uma única música que nos defina, porque nós somos eternamente mutáveis por mais que digam ou acenem que não. Eu tenho muitas. Sou um F. Pessoa que assina com uma clave de sol.

Estranho... Mas qual é a importância disto?

sábado, 27 de dezembro de 2008

Zen


Palavras simples para não complicar. Aqui fica o essencial.

Falta de tempo não é total justificação. Tenho escrito com caneta em papel. Peço perdão pelo egoísmo.

Este ano vivi o Natal com uma nova serenidade. Soube muito bem. Estou a gostar destas férias, há algo em movimento, movimento não é a melhor palavra.

Ando sempre a ouvir Donna Maria...



Aperta-me a mão
Ri por um instante
Deixo-me ficar
Só por esse instante


segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Acontece

Quando alguém faz por ti aquilo que nunca fizeste por ninguém... Abre os olhos e aprende. É bom aprender.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Ensaio

Estou cansada.

As revoluções funcionam no mundo do sonho. A multidão revolta-se, fala muito, fala alto. Fala muito e não diz nada. Falam para os pares, não falam para os que têm o poder da mudança.

O poder é de quem sabe o que quer mudar.

Perguntem 'porquê?' a esses discos riscados que vos gastam os ouvidos e vos cansam o cérebro e vão ter paz. Peçam rascunhos, soluções.

Descobri isto. E como estou cansada vou dormir.

Amanhã a multidão acorda.